quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Anjos nos meus cabelos - Lorna Byrne


Com tantos “Velhos do Restelo” a anunciarem uma crise, nada como acreditarmos que não estamos sós e que somos acompanhados por Anjos que nos inspiram e nos mantém em segurança.
Lorna Byrne, uma discreta dona de casa irlandesa, vê Anjos desde sempre e no início julgava que todos possuíam esse dom. À medida que foi crescendo apercebeu-se de que não era bem assim, que a maioria das pessoas ignorava a presença dos Anjos e nunca lhes pedia ajuda.
Nesta autobiografia a autora conta-nos como foi o seu crescimento, entre o que ia aprendendo com as pessoas e com toda a orientação que os Anjos lhe davam.
Com o seu testemunho ficamos a perceber como podemos sentir a presença desses seres magníficos que nos acompanham. Principalmente o nosso anjo-da-guarda que desde antes do nosso nascimento e até depois da nossa morte nunca nos abandona e nos guarda o nosso corpo e a nossa alma.
Não vejo Anjos mas acredito que além dos nossos Anjos-da-guarda temos infinitos Anjos, que ás vezes até são de carne e osso, e que nestes momentos em que o futuro parece incerto e a luz da esperança parece enfraquecer são fundamentais para que a nossa Fé se mantenha viva, o amor cresça dentro nos nossos corações e assim também nós nos tornemos Anjos para os outros.
Boa Leitura!
- Mestre, o que hei-de fazer para não me aborrecer com as pessoas? Umas falam demais, outras são ignorantes... Outras são indiferentes. Fico indignado com as mentirosas! Sofro com as dissimuladas...
- Pois bem, vive como as flores! - advertiu o mestre.
- Como é viver como as flores? - perguntou o colaborador.
- Repara nestas flores... - continuou o mestre, apontando para uns lírios que cresciam no jardim.
- Elas nascem no estrume, no entanto, são puras e perfumadas! Extraem do adubo malcheiroso tudo quanto é útil e saudável para elas, mas não permitem que a amargura da terra lhes manche a frescura das pétalas... É justo que alguém se angustie com as suas próprias culpas... Mas não é sábio permitires que os vícios dos outros te importunem. Os defeitos deles são deles e não teus. Se não são teus, não há razão para te aborreceres. Experimenta antes a virtude de rejeitares todo o mal que vem de fora. Isso é viver como as flores!!!

A Pequena Alma e o Sol - Neale Donald Walsch


- Eu sei quem sou!

E Deus disse:

- Que bom! Quem és tu?

E a Pequena Alma gritou:

- Eu sou Luz!

E Deus sorriu.

- É isso mesmo! - exclamou Deus. - Tu és Luz!

A Pequena Alma ficou muito contente, porque tinha descoberto aquilo que todas as almas do Reino deveriam descobrir.

- Uauu, isto é mesmo bom! - disse a Pequena Alma.

Mas, passado pouco tempo, saber quem era já não lhe chegava. A Pequena Alma sentia-se agitada por dentro, e agora queria ser quem era. Então foi ter com Deus e disse:

- Olá, Deus! Agora que sei Quem Sou, posso sê-lo?

E Deus disse:

- Quer dizer que queres ser Quem já És?

- Bem, uma coisa é saber Quem Sou, e outra coisa é sê-lo mesmo. Quero sentir como é ser a Luz! - respondeu a Pequena Alma.

- Mas tu já és Luz - repetiu Deus, sorrindo outra vez.

- Sim, mas quero senti-lo! - gritou a Pequena Alma.

- Bem, acho que já era de se esperar. Tu sempre foste aventureira - disse Deus com uma risada.

Depois a sua expressão mudou.

- Há só uma coisa...

- O quê? - perguntou a Pequena Alma.

- Bem, não há nada para além da Luz. Porque eu não criei nada para além daquilo que tu és. Por isso, não vai ser fácil experimentares-te como Quem És, porque não há nada que tu não sejas.

- Hã? - disse a Pequena Alma, que já estava um pouco confusa.

- Pensa assim: tu és como uma vela ao Sol. Estás lá sem dúvida. Tu e mais milhões, zilhões de outras velas que constituem o Sol. E o Sol não seria o Sol sem vocês. Não seria um sol sem uma das suas velas... e isso não seria de todo o Sol, pois não brilharia tanto. E, no entanto, como podes conhecer-te como a Luz quando estás no meio da Luz? - eis a questão.

- Bem, tu és Deus. Pensa em alguma coisa! - disse a Pequena Alma mais animada.

Deus sorriu novamente.

- Já pensei. Já que não podes ver-te como a Luz quando estás na Luz, vamos rodear-te de escuridão - disse Deus.

- O que é a escuridão? perguntou a Pequena Alma.

- É aquilo que tu não és - replicou Deus.

- Eu vou ter medo do escuro? - choramingou a Pequena Alma.

- Só se o escolheres. Na verdade, não há nada de que devas ter medo, a não ser que assim o decidas. Porque estamos inventando tudo. Estamos fingindo.

- Ah! - disse a Pequena Alma, sentindo-se logo melhor.

Depois, Deus explicou que, para se experimentar o que quer que seja, tem de aparecer exatamente o oposto.

- É uma grande dádiva, porque sem ela não poderíamos saber como nada é - disse Deus - Não poderíamos conhecer o Quente sem o Frio, o Alto sem o Baixo, o Rápido sem o Lento. Não poderíamos conhecer a Esquerda sem a Direita, o Aqui sem o Ali, o Agora sem o Depois. E por isso, - continuou Deus - quando estiveres rodeada de escuridão, não levantes o punho nem a voz para amaldiçoar a escuridão. Sê antes uma Luz na escuridão, e não fiques furiosa com ela. Então, saberás Quem Realmente És, e os outros também o saberão. Deixa que a tua Luz brilhe tanto que todos saibam como és especial!

- Então posso deixar que os outros vejam que sou especial? - perguntou a Pequena Alma.

- Claro! - Deus riu-se. - Claro que podes! Mas lembra-te de que "especial" não quer dizer "melhor"! Todos são especiais, cada qual à sua maneira! Só que muitos se esqueceram disso. Esses apenas vão ver que podem ser especiais quando tu vires que podes ser especial!

- Uau - disse a Pequena Alma, dançando e saltando e rindo e pulando. - Posso ser tão especial quanto quiser!

- Sim, e podes começar agora mesmo - disse Deus, também dançando e saltando e rindo e pulando juntamente com a Pequena Alma - Que parte de especial é que queres ser?

- Que parte de especial? - repetiu a Pequena Alma. - Não estou entendendo.

- Bem, - explicou Deus - ser a Luz é ser especial, e ser especial tem muitas partes. É especial ser bondoso. É especial ser delicado. É especial ser criativo. É especial ser paciente. Conheces alguma outra maneira de ser especial?

A Pequena Alma ficou em silêncio por um momento.

- Conheço imensas maneiras de ser especial! - exclamou a Pequena Alma - É especial ser prestativo. É especial ser generoso. É especial ser simpático. É especial ser atencioso com os outros.

- Sim! - concordou Deus - E tu podes ser todas essas coisas, ou qualquer parte de especial que queiras ser, em qualquer momento. É isso que significa ser a Luz.

- Eu sei o que quero ser, eu sei o que quero ser! - proclamou a Pequena Alma com grande entusiasmo. - Quero ser a parte de especial chamada "perdão". Não é ser especial alguém que perdoa?

- Ah, sim, isso é muito especial, assegurou Deus à Pequena Alma.

- Está bem. É isso que eu quero ser. Quero ser alguém que perdoa. Quero experimentar-me assim - disse a Pequena Alma.

- Bom, mas há uma coisa que devias saber - disse Deus.

A Pequena Alma já começava a ficar um bocadinho impaciente. Parecia haver sempre alguma complicação.

- O que é? - suspirou a Pequena Alma.

- Não há ninguém a quem perdoar.

- Ninguém?

A Pequena Alma nem queria acreditar no que tinha ouvido.

- Ninguém! - repetiu Deus. Tudo o que Eu fiz é perfeito. Não há uma única alma em toda a Criação menos perfeita do que tu. Olha à tua volta.

Foi então que a Pequena Alma reparou na multidão que tinha se aproximado. Outras almas tinham vindo de todos os lados - de todo o Reino - porque tinham ouvido dizer que a Pequena Alma estava tendo uma conversa extraordinária com Deus, e todas queriam ouvir o que eles diziam. Olhando para todas as outras almas ali reunidas, a Pequena Alma teve de concordar. Nenhuma parecia menos maravilhosa, ou menos perfeita do que ela. Eram de tal forma maravilhosas, e a sua Luz brilhava tanto, que a Pequena Alma mal podia olhar para elas.

- Então, perdoar quem? - perguntou Deus.

- Bem, isto não vai ter graça nenhuma! - resmungou a Pequena Alma - Eu queria experimentar-me como Aquela que Perdoa. Queria saber como é ser essa parte de especial.

E a Pequena Alma aprendeu o que é sentir-se triste. Mas, nesse instante, uma Alma Amiga destacou-se da multidão e disse:

- Não te preocupes, Pequena Alma, eu vou ajudar-te - disse a Alma Amiga.

- Vais? - a Pequena Alma animou-se. - Mas o que é que tu podes fazer?

- Ora, posso dar-te alguém a quem perdoares!

- Podes?

- Claro! - disse a Alma Amiga alegremente. - Posso entrar na tua próxima vida física e fazer qualquer coisa para tu perdoares.

- Mas por quê? Por que é que farias isso? - perguntou a Pequena Alma. - Tu, que és um ser tão absolutamente perfeito! Tu, que vibras a uma velocidade tão rápida a ponto de criar uma Luz de tal forma brilhante que mal posso olhar para ti! O que é que te levaria a abrandar a tua vibração para uma velocidade tal que tornasse a tua Luz brilhante numa luz escura e baça? O que é que levaria a ti, que danças sobre as estrelas e te moves pelo Reino à velocidade do pensamento, a entrar na minha vida e a tornares-te tão pesada a ponto de fazeres algo de mal?

- É simples - disse a Alma Amiga. - Faço-o porque te amo.

A Pequena Alma pareceu surpreendida com a resposta.

- Não fiques tão espantada - disse a Alma Amiga - tu fizeste o mesmo por mim. Não te lembras? Ah, nós já dançamos juntas, tu e eu, muitas vezes. Dançamos ao longo das eternidades e através de todas as épocas. Brincamos juntas através de todo o tempo e em muitos lugares. Só que tu não te lembras. Já fomos ambas o Todo. Fomos o Alto e o Baixo, a Esquerda e a Direita. Fomos o Aqui e o Ali, o Agora e o Depois. Fomos o Masculino e o Feminino, o Bom e o Mau - fomos ambas a vítima e o vilão. Encontramo-nos muitas vezes, tu e eu; cada uma trazendo à outra a oportunidade exata e perfeita para Expressar e Experimentar Quem Realmente Somos.- E assim, - a Alma Amiga explicou mais um bocadinho - eu vou entrar na tua próxima vida física e ser a "má" desta vez. Vou fazer alguma coisa terrível, e então tu podes experimentar-te como Aquela Que Perdoa.

- Mas o que é que vais fazer que seja assim tão terrível? - perguntou a Pequena Alma, um pouco nervosa.

- Oh, havemos de pensar em alguma coisa - respondeu a Alma Amiga, piscando o olho.

Então, a Alma Amiga pareceu ficar séria, e disse numa voz mais calma:

- Mas tens razão acerca de uma coisa, sabes?

- Sobre o quê? - perguntou a Pequena Alma.

- Eu vou ter de abrandar a minha vibração e tornar-me muito pesada para fazer esta coisa não-muito-boa. Vou ter de fingir ser uma coisa muito diferente de mim. E, por isso, só te peço um favor em troca.

- Oh, qualquer coisa, o que tu quiseres! - exclamou a Pequena Alma, e começou a dançar e a cantar: - Eu vou poder perdoar, eu vou poder perdoar!

Então a Pequena Alma viu que a Alma Amiga estava muito quieta.

- O que é? - perguntou a Pequena Alma. - O que é que eu posso fazer por ti? És um anjo por estares disposta a fazer isto por mim!

- Claro que esta Alma Amiga é um anjo! - interrompeu Deus, - são todas! Lembra-te sempre: Não te enviei senão anjos.

E, então, a Pequena Alma quis mais do que nunca satisfazer o pedido da Alma Amiga.

- O que é que posso fazer por ti? - perguntou novamente a Pequena Alma.

- No momento em que eu te atacar e ferir, - respondeu a Alma Amiga - no momento em que eu te fizer a pior coisa que possas imaginar, nesse preciso momento...

- Sim? - interrompeu a Pequena Alma - Sim?

A Alma Amiga ficou ainda mais quieta.

- Lembra-te de Quem Realmente Sou.

- Oh, não me hei de esquecer! - gritou a Pequena Alma - Prometo! Lembrar-me-ei sempre de ti tal como te vejo aqui e agora.

- Que bom, - disse a Alma Amiga - porque, sabes, eu vou estar fingindo tanto, que eu própria vou me esquecer. E se tu não te lembrares de mim tal como eu sou realmente, eu posso também não me lembrar durante muito tempo. E se eu me esquecer de Quem Sou, tu podes esquecer-te de Quem És, e ficaremos as duas perdidas. Então, vamos precisar que venha outra alma para nos lembrar as duas de Quem Somos.

- Não vamos, não! - prometeu outra vez a Pequena Alma. - Eu vou lembrar-me de ti! E vou agradecer-te por esta dádiva - a oportunidade que me dás de me experimentar como Quem Eu Sou.

E assim o acordo foi feito. E a Pequena Alma avançou para uma nova vida, entusiasmada por ser a Luz, que era muito especial, e entusiasmada por ser aquela parte especial a que se chama Perdão.

E a Pequena Alma esperou ansiosamente pela oportunidade de se experimentar como Perdão, e por agradecer a qualquer outra alma que o tornasse possível.

E, em todos os momentos dessa nova vida, sempre que uma nova alma aparecia em cena, quer essa nova alma trouxesse alegria ou tristeza - principalmente se trouxesse tristeza - a Pequena Alma pensava no que Deus lhe tinha dito.

"Lembra-te sempre," - Deus aqui tinha sorrido – "não te enviarei senão anjos".

sábado, 22 de outubro de 2011

‎"Era uma vez um grande Samurai que se dedicava a ensinar a arte zen aos
jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de
derrotar qualquer adversário. Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua
falta de escrúpulos apareceu por ali. Queria derrotar o samurai e aumentar
sua fama. O velho aceitou o desafio e o jovem começou a insultá-lo.
Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível.
No final do dia, já exausto e humilhado, o guerreiro retirou-se. E os
alunos, surpresos, perguntaram ao mestre como ele pudera suportar tanta
indignidade.
- Se alguém chega com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o
presente?
- A quem tentou entregá-lo, respondeu um dos discípulos.
- O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos. Quando não são aceitos,
continuam pertencendo a quem o trouxe consigo.
A sua paz interior depende exclusivamente de você. As pessoas não podem
tirar a sua calma; só se você permitir..."

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

O Diário de um Mago - Paulo Coelho


Paulo Coelho é um dos autores mais lidos em todo o mundo. Já vendeu milhões de livros e foi galardoado com centenas de prémios literários. Nascido em 1947 no Rio de Janeiro, foi compositor, autor e director de teatro.
Mais uma vez vos venho falar de um livro deste autor, não consigo evitar pois eu cresci com estes livros. Mais do que o crescer natural que vem com a idade, cresci interiormente, aprendi a olhar para dentro de mim, valorizar quem sou e as qualidades que possuo e, mais importante, a identificar os meus erros e as minhas teimosias, a trabalhar nelas para que cada vez menos o meu ego dominasse e eu conseguisse falar com o meu semelhante, não como se de um inimigo se tratasse, mas quase sempre com amor no meu coração.
Escolhi este livro pois foi um dos que mais me marcou, quando o li da primeira vez. Uma história autobiográfica onde o autor conta a sua experiência durante uma peregrinação a Santiago de Compostela pelo caminho francês, na companhia do seu guia Petrus. Ao longo do livro vamos encontrar diversos exercícios muito interessantes que podemos facilmente pôr em prática no nosso dia a dia, no nosso próprio Caminho. Uma experiência transformadora que vai levar o autor a encontrar-se durante o Caminho e a mostrar-nos que todos somos capazes de passo a passo fazer o nosso Caminho e concretizar os nossos sonhos.
Eu concretizei um dos meus sonhos este mês, um sonho que nasceu com a leitura deste livro, há cerca de doze anos e que me levou ao longo de onze dias, pelo Caminho Português da Costa, na companhia de amigos, até Santiago de Compostela. Mas não acabou aí, agora continua com uma paz enorme no meu coração e com a certeza de que facilmente alcançarei todos os outros sonhos. É só continuar a caminhar…
Bom Caminho!

domingo, 18 de setembro de 2011

O Segredo de Shambhala - James Redfield



James Redfield é um dos autores mais lidos no mundo inteiro. O seu livro “A Profecia Celestina”, editado em 1993, vendeu mais de 50 milhões de cópias, em 34 línguas, e continua a ser um dos livros mais vendidos em todo o mundo.
Licenciado em sociologia, conseguiu, desde logo, captar uma legião de fâs em todo o mundo, que o consideram um guia espiritual.
Não é esse o meu caso mas confesso que este livro me ajudou muito, principalmente a entender que tudo o que nos rodeia é energia e que se nós controlarmos a nossa energia tudo se transforma á nossa volta.
Depois de desvendar as nove profecias, o autor segue com mais dois livros: “A Décima revelação” e “O Segredo de Shambhala”.

Depois da filha do seu vizinho lhe ter revelado que ele tinha de ir ao Tibete, o seu amigo Wil pediu-lhe que o acompanhasse nesta nova aventura para encontrarem um lugar mítico, algures nos Himalaias, um lugar onde seres evoluídos vivem e ajudam a que a energia da terra se modifique.
Num país invadido pelos chineses, que não acreditam em religião e espiritualidade, os aventureiros vão contar com a ajuda das sincronicidades para fazerem o seu caminho até Shambhala .
A chave para conseguirem entrar está na energia de cada um, e para isso vão ser ajudados por monges que lhes vão ensinar as etapas necessárias.
Passando por muitos perigos mas mantendo um campo de intenção muito positivo, conseguem chegar finalmente aos guardiães de sabedorias que possuem uma energia capaz de libertar e contribuir para a transformação do planeta. Eles testemunham que o lugar mítico existe e que é possível uma outra forma de viver, em amor.

Como um manual de instruções (no seguimento dos outros livros), o autor vai-nos dando dicas para que facilmente comecemos a nossa transformação interior e assim beneficiarmos de toda a abundância que nos rodeia e ao mesmo tempo ajudarmos o planeta para que não chegue ao ponto de ruptura.

Boa Leitura!